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Água de Inglaterra

Portuguese proprietary or compounded febrifuge preparations known as Água de Inglaterra.

Sources
1
Passages
12
In this corpus
17411741

Names and forms

Term history

Água de Inglaterrapreferred label

Meanings in context

Senses in this corpus

Established febrifuge medicinal preparation

A recognized and widely used medicinal remedy, often paired with Quinaquina, for treating intermittent fevers and febrile conditions.

9 passages

Preparation attributed to Fernão Mendes

A specific medicinal preparation identified by its historical association with the inventor Dr. Fernão Mendes.

1 passage

Precise relationships

This entry → Cinchona bark · preparation of
Cinchona bark

Semedo describes genuine Água de Inglaterra as made and prepared with true Quinaquina.

This supports one historical preparation; it does not make the names interchangeable or establish a universal recipe.

Evidence:passage 1

Analyzed source evidence

Historical usages and claims

Distinct local senses and assertions recovered from the corpus. Quotations retain the source OCR and link to the full passage and scan.

Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
same entry

A medicinal preparation known as Água de Inglaterra, attributed to Dr. Fernão Mendes.

como ve- mosnaaguade Inglaterra inventadapelo Doutor FernãoMendes

The Água de Inglaterra was invented by Dr. Fernão Mendes.

asserts · observation · origin distribution
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
same entry

A medicinal preparation used to treat spleen obstructions by fixing acidic humors and promoting urination.

AQuinaquina , & aagua de Inglaterra, tambem ajudão muytoa desfazer as durezas ,& obftrucgoens do baço, porque fixão oshumores acres, &osdeytão fóra pelaourina.

Água de Inglaterra is used to treat spleen obstructions.

asserts · observation · function use

Água de Inglaterra works by fixing acidic humors and expelling them through urine.

asserts · reasoning · mechanism
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
same entry

A medicinal preparation used alongside Quinaquina to treat intermittent fevers and other febrile conditions.

Em abono deſta verdade pudèra nomear aqui maisde ſeis-centos doentes que tomàrao a Quinaquina em po,& aagua de Inglaterra ,& todos cobraraó perfeytiſſima ſaude

Água de Inglaterra is an effective remedy for curing intermittent fevers.

asserts · observation · function use
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
same entry

The author cites Água de Inglaterra as a medicinal preparation effective against fevers via occult virtues.

de quemodo curaóos pòs da Quinaquina , ou a aguade Inglaterra , as & 272. refer . SKench . lib. 7. de Veterçās,ouquarrás ,&todas asoutrasfebres que entraõ com tre

Água de Inglaterra is a medicinal preparation used to cure fevers.

asserts · reasoning · function use
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
same entry

The author compares his own new fever remedy to the established preparation Água de Inglaterra.

ó. Com este preambulo, ou fupponendo poderey dizervenero muyto o ſegredo da Quinaquina , & o inventodaaguade Inglaterra ; mas quetem fazer aggravoa tao relevante ,&efpecifico remedio ,defcubri humaagua para curar as febres intermitentes

Água de Inglaterra is a known, relevant, and specific remedy for intermittent fevers.

asserts · observation · property

The author's new remedy requires a smaller dosage than Água de Inglaterra.

asserts · observation · property
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
same entry

The author mentions Água de Inglaterra as a remedy that failed to cure a specific patient.

Amaro Nogueyra , morador juntodoRecolhimento de SaoChriftovao,que nopodendofararcom aagua de Inglaterra , farou com a minha agua Lufitana.

The author notes that a patient failed to be cured by Água de Inglaterra.

reports · case report · function use
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
same entry

A medicinal preparation used daily for treating fevers, noted for its efficacy alongside Quinaquina.

O meſmovemos cada dia na aguade Inglaterra ,& nos pòsde Qui- li
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
same entry

A specific febrifuge preparation used by a liberal physician to treat patients with fever.

mas o Medico liberal fabia fazer aagua de Inglaterra , ouos pòs nibus obrerum co

Água de Inglaterra is categorized as an effective ante-febrile specific remedy.

asserts · observation · classification
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
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The text lists Água de Inglaterra as a prodigious remedy known to modern physicians.

atèquehouve noticia dosprodigiofos remedios doEftibio, daQuinaquina, da agua de Inglaterra , & agora ultimamenteda minha agua A

Água de Inglaterra is classified as a prodigious remedy.

asserts · observation · classification
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
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A reference to the medicinal preparation Água de Inglaterra as a known treatment for fevers.

Veja-ſe na Aguade Inglaterra , que ſendo humdos melhores inventos, queatèhojeſetem achado paraas cezoens , ainda aſſim tem algumas falhas

The author characterizes Água de Inglaterra as one of the best inventions discovered for treating fevers.

asserts · reasoning · evaluation

Related, not identical

Adjacent histories

Passages worth comparing without treating their subjects as names or senses of this entry.

Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
conceptual overlap

The author compares his own 'Agua Lufitana' to the 'Agua de Inglaterra' regarding efficacy against fevers.

Ofeptimo ſegredo , he huma agua , chamada Lufitana , da qual ( foe nao parecèravaidade ) haviadedizer, que excede àde Inglaterra em curar cezões

The author claims his 'Agua Lufitana' is superior to 'Agua de Inglaterra' for curing fevers.

asserts · observation · evaluation

The author reports that certain patients failed to recover after taking 'Agua de Inglaterra' but recovered after taking 'Agua Lufitana'.

reports · case report · function use

Primary-source evidence

Full passages, chronologically

Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
Suggested
que hoje ſe vende em Lisboa ,& em todo oReyno , falfificado , & vendido debayxo do meu nome. 19. Eſta noticia dou aosMedicos curiofos , porqueentendoque em to- dos reynatanto acharidade ,& amordos proximos ,que nao ſe deſprezaráő deufar dos remedios bons , ainda que ſejão inventadospor outrem,como ve- mosnaaguade Inglaterra inventadapelo Doutor FernãoMendes;no fal Policreftoinventadopelo DoutorSignete;no Febrifugio inventadopeloDoutorRiverio ; nas pedras Cordeaes inventadas peloPadre Gafpar Antonio , & hojemelhoradas pelo PadreJorgeUngarete; noſalvolatiloleoſo ,inventado pelo Doutor Sylvio ; na tizana laxanteinventada por Madama Focquete.Co. mofinalmentevemos emoutrosremedios,& fegredos ,inventadospordiver. 15. fos Authores , & fem embargo de ſerem alheyos ,uſamos delles , porquenos Scribonius Largius , in Epiſtolaad conftados bons effeytos que fazem , ainda que não ſaybamos ocomo tepre- Calliftum,mihi fol.3. ibi. Quiex- paraó;& ſe alguem ſe deſcontentar da inculca que façodo meu Bezoartico, persifunt remediorum utilitatem, de&deoutros fegredos que preparopor minhasmãos ,parecendo-lhe, que os negant autem ufum , valdè culpandi louvo,& acreditoparatergrandes conveniencias navendadelles,na fuamão funt crimine invidentia , utpotequi . eftànão osufar; ſuppoſto que nao ſe livraràdeparecer impio ,quem repro- flagrant Et infràdicit: Definant ergo , quž varalgumremedioalheyo,depois de lhe conſtar que he proveytoſo,porque prodeſſeafflictis aut nolunt, aut non argueque com efle tal homem pode mais a enveja,que a razão , masaquem poffunt , aliofque deterrent negando
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
Suggested
terías fóra do corpopor via de ourinas. AQuinaquina , & aagua de Inglaterra, tambem ajudão muytoa desfazer as durezas ,& obftrucgoens do baço, porque fixão oshumores acres, &osdeytão fóra pelaourina. 19. A terceyra advertencia he ,que ſedermos aodoente de obſtrucção dobaço a aguade Alpar, advirtamos que ſe toma pafieandono campo , àma neyrados que tomão pirolas de aço, & que dentro dahora do paſſeyo fe deve beberhuima canada pouco mais ,ou menos, reparandobem fc odoente ouri0 na mais quantidade do que foy aagua que bebeo ; porque ſe ourinarmenos, he final que não pafla pelas Ureteras ,& neſte caſo, tão fóraestá adita agua de aproveytar, que antes fará grande dano ;pelo contrario , ſe o doenteouri- nar com a tal aguamais doquebebeo,devemos continualla vinte , ou trinta dias, porque indubitavelmentehadeaproveytar, &desfazer adureza, &obDo ſtrucçãodobaço, Tratado II. Cap. LXXXI. 1 437 Dofcirrbodo baço ,comosefaz, comofeconhece, &fe cura. 20. Odas as vezes que nobaço ſerecolhem quaeſqner humores,& Tpor algumacauſaſe retem dentro nelle muyto tempo , contrahem humadurezatãoempedernida, que fazem hum ſcirrho. Diftingue-ſe o ſcirrho do tumor flatuoſo; porque no ſcirrho ſente o doente mayor pezo ; & porque o tumor flatuoſo cede aos dedos ,quando o comprimem ,& faz rugi-
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
Suggested
raõ as camaras de ſangue,& os fluxos delle , venhao de qualquer parte que vierem : aſſim o obſervey em Gonçalo Borges de Moraes , que estando un- gido por caulade humascamaras deſangue ,farou com este remedio : affimo col.2 . ibi:Adhibentur & dentes è ma- obſervey na SenhoraMarqueza deArronches ,& em muytas outras pefloas, xilla mortui evulfi, commendanturque que com este remedio livraraõda morte, como ſe foſſe obra demilagre. admorbos maleficio introductos infuf- 27. Mas para que faô neceffarios tantos exemplos em confirmaçãodas fitu. virtudes occultas,& curas magneticas ,quando temos oexemplo da Quinaquina ,naqual ſe encerra huma virtude occulta tao admiravel ,& efficaz para curar todasas febres intermitentes , como ſao quartans , terçans , & todas a quellas que entrão,ou entráraó com tremor defrio, ainda quedepoisdegenerallem em continuas , ou malignas , que verdadeyramente mais parecemilagredivino, que effeyto de remedio humano? Em abono deſta verdade pudèra nomear aqui maisde ſeis-centos doentes que tomàrao a Quinaquina em po,& aagua de Inglaterra ,& todos cobraraó perfeytiſſima ſaude ; mas affim como he eſcuſado provar que oSol tem luz , tambemhe ſuperfluo mostrar que a Quinaquina ,&aagua de Inglaterra curaó as febres intermitentes , & a quaef- quer outras, com tanto queentrem, ou hajao entrado com accidentes de frio, ou com tremor; &aindaquea febreſeja complicada com prenhez, com malig-
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
Suggested
39. Finalmente quizera que me diſleſlem os que negaó as virtudes oc. Palmar.deMorb.contagiof.fol. 271. cultas , de quemodo curaóos pòs da Quinaquina , ou a aguade Inglaterra , as & 272. refer . SKench . lib. 7. de Veterçās,ouquarrás ,&todas asoutrasfebres que entraõ com tremor de frio, nen . ex animal.mihi fol. 951. col. 2. poishe certo que nao obrao por camara , nem por vomito ,nem por ourina, ibi: Vellem interim argutulos ullos nemporoutra viamanifeſta;donde neceffariamente hao deconfeflar ,que quosdam acerrimos abstrusarum refidijs placet, investigatores,qui aquellemaravilhoso effeyto procededavirtudeoccultada tal agua,ou daQui- rum, occultas medicamentorum proprietates naquina ;&affim como aeftadeu Deos huma virtude occultatão estupenda, pro ignorantium afylo reputantes, cocomotodosſabemos, aſſim adeu tambem a outras muytas couſas. E ſe todas rum omnium,que in artefunt causam eſtas razoens não bastarem para convencera incredulidade aos que negaóvir- admanifeftas medicamentorum qualireferunt , mihi indicatudes occultas ,eſtimareyque reſpondaõ a Palmario, 26. &thedigaó de que tatesacceptum rent, quomododefcriptus pulvis , cali- modotirao os pòsde Silvano o venenodo cao danado , ſendo quentes ,&hua dus cumfit,febrem tam malignam, febretao maligna ,& continua , acompanhada com delirios ,& com outros eamque continuam delirio , alijfque graviffimosfymptomas,ſendo quenao provocaō evacuação alguma manife. perniciofis fymptomatibus comitatam
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
purgaverit,ſtatim,iterum atqueite- declinaçaodafebre.Eſe ascezões reſiſtirem aotal remedio,podem recorrer à rumfanguinem mittit , & nunquam aguade Inglaterra ,que ſeforbem feyta , &preparada com Quinaquina verceſſsat àfanguinis detractione:putans dadeyra, (porquetambem ha muyta falſificada )nao coſtuma faltar com os caufam&focumputredinis effe in ve nistotius corporis , nonnepoterit elle ſeusmaravilhofos effeytos.Efe for tal a rebeldiadas cezões quedeſpreze atao origoinpartibusprime regionis, quas fingular medicina ,nestecaſopodem recorrer a minha caſa, que nella acharáó nonpotuitmundare leniens medicame- humaaguachamada Lufitana , contra ascezões ,cuja virtudehe taogrande, sum , quiafortiterberenteshumores, quedentrodeoitodias tiraas cezões,& ſe asnaotirar,tornareyodinheyro que aut antiquas cruditates non potuit eradicare,aut quia humores praterna- me derem por ella . 11 . No caſo porèm , que as cezões ſejao taoindomaveis , que nemcom eligenti medicamento? funt enimbilio- eſta agua ſetirem , o que raras vezes viemcincoenta annos que tenho deexer turales ibidemgeniti non cedunt , nisi fi ,pituitofi,& melancholici ,&tan- cicio de Medico,deyxemdeſcanſar aodoente dez,ou dozedias , fem lhe fazer dem incoctiles. -5. maisremedios que fomentaçõesemollientesnoshypocondrios,&ventre, que Avicen.Fen 1. 3.Tract. 2. cap. 63. deordinarioeftaóduros , &obſtruidos nas doenças largas ;& tanto quehoufol. mihi 798. prope fin. ibi : Et vo- ver indiciosde cozimento , tornaremosa purgar , em dias alternados , com re-
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
Suggested
Rheumatismos, nas Parleſias eſpurias ,&hoje achao humas ,& outras effica-: ciffimo remedio no leyte afinino ;vejaoos fluxosde ſanguedas Arterias cortadas, que osOraculosda Medicina julgáraō incuraveis , hoje ſecuraofacilmente comaCaparroſadeChipre ; vejao os fluxos exceſſivosde ſangue , que algumas vezes acontecem nos ſobrepartos ,nos movitos , nas conjunçoens menſaes , nas almorreymas ,& nasdyfenterias , que ſendo antigamente muy formidaveis ,jà hoje ſe fizeraódestemidos, depois que inventeyhum ſegredo, que dareyde graça aos pobres,& venderey aos ricos com humacondiçaotao defintereſſada , que ſenao aproveytar,tornarey odinheyro que me derem por elle. 2. Baſtem eſtes exemplos para moſtrar que a Medicina moderna ſe tem avantejadomuyto àantiga,& que pòde o tempo , o eſtudo ,& a curioſa indaCcc 2 gaçao 1 584 Polyanthea Medicinal. gaçãodoshomens deſcubrir medicamentos novos ,que os Senhores Medicos nodos anteceffores nemdetcobriraó, nem fonháraó. Com este preambulo, ou fupponendo poderey dizervenero muyto o ſegredo da Quinaquina , & o inventodaaguade Inglaterra ; mas quetem fazer aggravoa tao relevante ,&efpecifico remedio ,defcubri humaagua para curar as febres intermitentes , ou entremcomfrio, ouſem elle , que nem depende , para ſe applicar , deque precedao purgas , xaropes,ou ſangrias;nem he neceffario tomar-ſe em tantaquantidade , como a de Inglaterra, porquebaſtað ſeis , ou oyro copos ;nem lhe tao danofosos doces,né osazedos.Eſta minha invectivaa refervo comigo,&deixo
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
Suggested
gorada,& indubitavelmente ſe tirarà a cezaō, mas queſejade hū anno. 3. Os doentes a quem tenhodado eſta agua ſao tantos, que naoos com- prehende o algarifmo; porque a deſaffeyçao de alguns homens os obriga a duvidardas acções , que cundem em credito alheyo , me refolvi ( para abono da verdade ) tirar hum inftrumento autentico de quarenta doentes , que no mez de Março, & Abrildo annode 1696. tomàraó a dita agua no Hofpital Real deflaCidade,& todos cobraraófaude;affim o affirmaraopor fuas certidões juradas ( queeu tenho em meupoder ) os Doutores HippolytoGuido,& DomingosGomes Merim, Medicos que entaoeraó dodito Hoſpital: affim o jurao tambem , Joao daCosta , Irmao mayor ,&decano dos Enfermeyrosdo fobredito Hoſpital ,Antonio Ferreyra Enfermeyro da Enfermaria de Sao Vicente,Antoniode Soufa Enfermeyro da Enfermaría deSão Lourenço ,DomingosdeAzevedo Enfermeyro da Enfermaria de SaoCofmo ,Aleyxo dos Santos Enfermeyro da Enfermariade Sao Franciſco ;&fobre todas as refte- munhas , asdemayor authoridade,& quejuraraó ter viſtoos quan milagrofoseffeytosdaminha aguaLuirana,foraó Luis Francifco CorreaBaharem, Thefaureyrodo HofpitalReal , & Pedro Semedo Eſtaço , que fervia deEf- crivandoHoſpital, FranciſcoGalvao, Secretariodas Juſtiças,DionyfioRavaſco,Guarda Mòrdos ContosdoReyno,Antonio Cerveyra & Soto ,Prior daParochial IgrejadaVilla de Sao Martinho, &Vigatiodade SaoJoaoВарtiſtadaVillade Alfizeraó,CoutosdeAlcobaça; Amaro Nogueyra , morador juntodoRecolhimento de SaoChriftovao,que nopodendofararcom aagua de Inglaterra , farou com a minha agua Lufitana. Deyxo denomear outros
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
Suggested
: 28. de vino, mihi fol. 786.ibi: In ma- O meſmovemos cada dia na aguade Inglaterra ,& nos pòsde Qui- lignisfebribus, atque in ipfo contagio, tutum agnofcimus. Etalibi naquina , que fendobem quentes, como ſe conhece pelograndiffimo amargor vinumeffe fol. 71. cap 81.deardenti febre dicit: 4 10 . remediosfrios:pouſetiraocom febresintermitentes,&nao tem, tirao que , ſe elle tiver vir- Multafuntfebres, quibus vinummiquente ſeja quente ,& o remedio queasoachaque co importa nimèobest, bispræfertim, qua in ven- tude occulta para o vencer , como vemos naQuinaquina, que vence as maley- triculo fedemobtinent , & comagisfi talefit vinum,quodcaput minimètentas,& na agua ardente, que applicada em pannos picados fobre a Eryfipela a tet. cura,&deytadadentro nos olhos,lhecura as inflammações,& vermelhidões , Do usodo vinho em todas asfebres, como conftapor mil experiencias. vede a Hippocrates , & achareis queo 11. Aultima advertenciahe, que ſea febre maligna acometer a peffoa tes. deu nas continuas ,&nas intermiten Lede tambem a Galeno deAtte muyto fraca , ou for tað venenoſa aqualidade, que proſtre muyto as forças; curativa adGlauconem , & achareis quenestecaſo ſedem todos os dias aodoente duas colheresdebom vinho,por. quenão sódava vinko aosfebricitan-
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
Suggested
inpoſte,um comittentur in compofitio. quegoſta ; mas o Medico liberal fabia fazer aagua de Inglaterra , ouos pòs nibus obrerum contrarietates , &er- Ante-febris de Riverio;& pelo contrario oMedico muyto rigoroſonaolabia rores. fazer adita agua, nem outrofebri-fugiode igual efficacia ; neſtes termos pergunto: Qualdeſtesdoentes fararà maisdepreſla , o que comeo fógallinh , & foytratadocom todo o rigor ,mas não tomou a aguade Inglaterra , nemoutro eſpecifico da febre :ou o que comeoquanto quiz, & tomou adita agua, ou outro qualquer eſpecifico ante-febril ?Claro eſta, que hade farar muytomais :
Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
Suggested
48. Quantos meninos morrèraó laſtimoſamente nos primeyros tempos Galen. lib. deCurandi rat. per fang. mifl. cap. 13. fol . mihi 19. ibi : Hac daMedicina , porqueGaleno , 48. & Avicenna 49. os naofangravaó,nem rationenec pueris venam tundes uſque queriaó vir neſſe remedio , em quanto nao tiveſſem quatorze annos ? & com fangrias moderadas os livramos hoje de evidentes riſcos ,ſendodemenor ida- adquartumdecimum etatis annum. TenetidemAuthor,lib. 11.Me dedehum anno.Quantos velhos febricitantes perdèrao avidano tempo dos thod. 14. mihi fol. 71. verf. ibi : At fi in puerum incidat,qui quartumdeci- antigos, porque eraley que nao ſelhes tiraſie ſangue ? 50. & vieraó a achar mum annum bactenus non attingit, osmodernos , que em todas as idades era licito fangrar ,havendo neceffidade mifti illifanguis nondebebis,propterea diffo;com tal condiçaõ que os doentes nao foſtem fracos com excefio.Quantos annos fervirao as quartas de afronta aos Medicos , pela difficuldade com quodtantillis,cum præfertim calidi, ac bumidi fint , plurimum corporis fub- ftantia quotidiedefluat ne digerant. quefecuravao ? atèquehouve noticia dosprodigiofos remedios doEftibio, daQuinaquina, da agua de Inglaterra , & agora ultimamenteda minha agua Avicena Fen 4. lib. 1. cap. 20. de Lufitana ,que enfineya fazer aoBoticarioJoaoGomes Silveyra , morador 20 49 .
Água de Inglaterra — Premodern Concordance