Premodern Concordance

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Polyanthea Medicinal

João Curvo Semedo. Polyanthea Medicinal. 1741.

Polyanthea MedicinalJoão Curvo Semedo, 1741
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: 28. de vino, mihi fol. 786.ibi: In ma- O meſmovemos cada dia na aguade Inglaterra ,& nos pòsde Qui- lignisfebribus, atque in ipfo contagio, tutum agnofcimus. Etalibi naquina , que fendobem quentes, como ſe conhece pelograndiffimo amargor vinumeffe fol. 71. cap 81.deardenti febre dicit: 4 10 . remediosfrios:pouſetiraocom febresintermitentes,&nao tem, tirao que , ſe elle tiver vir- Multafuntfebres, quibus vinummiquente ſeja quente ,& o remedio queasoachaque co importa nimèobest, bispræfertim, qua in ven- tude occulta para o vencer , como vemos naQuinaquina, que vence as maley- triculo fedemobtinent , & comagisfi talefit vinum,quodcaput minimètentas,& na agua ardente, que applicada em pannos picados fobre a Eryfipela a tet. cura,&deytadadentro nos olhos,lhecura as inflammações,& vermelhidões , Do usodo vinho em todas asfebres, como conftapor mil experiencias. vede a Hippocrates , & achareis queo 11. Aultima advertenciahe, que ſea febre maligna acometer a peffoa tes. deu nas continuas ,&nas intermiten Lede tambem a Galeno deAtte muyto fraca , ou for tað venenoſa aqualidade, que proſtre muyto as forças; curativa adGlauconem , & achareis quenestecaſo ſedem todos os dias aodoente duas colheresdebom vinho,por. quenão sódava vinko aosfebricitan-

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João Curvo Semedo. Polyanthea Medicinal. 1741. Page 587. Premodern Concordance passage passage-9defd262b9d4ecdf9bf0.

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