48. Quantos meninos morrèraó laſtimoſamente nos primeyros tempos Galen. lib. deCurandi rat. per fang. mifl. cap. 13. fol . mihi 19. ibi : Hac daMedicina , porqueGaleno , 48. & Avicenna 49. os naofangravaó,nem rationenec pueris venam tundes uſque queriaó vir neſſe remedio , em quanto nao tiveſſem quatorze annos ? & com fangrias moderadas os livramos hoje de evidentes riſcos ,ſendodemenor ida- adquartumdecimum etatis annum. TenetidemAuthor,lib. 11.Me dedehum anno.Quantos velhos febricitantes perdèrao avidano tempo dos thod. 14. mihi fol. 71. verf. ibi : At fi in puerum incidat,qui quartumdeci- antigos, porque eraley que nao ſelhes tiraſie ſangue ? 50. & vieraó a achar mum annum bactenus non attingit, osmodernos , que em todas as idades era licito fangrar ,havendo neceffidade mifti illifanguis nondebebis,propterea diffo;com tal condiçaõ que os doentes nao foſtem fracos com excefio.Quantos annos fervirao as quartas de afronta aos Medicos , pela difficuldade com quodtantillis,cum præfertim calidi, ac bumidi fint , plurimum corporis fub- ftantia quotidiedefluat ne digerant. quefecuravao ? atèquehouve noticia dosprodigiofos remedios doEftibio, daQuinaquina, da agua de Inglaterra , & agora ultimamenteda minha agua Avicena Fen 4. lib. 1. cap. 20. de Lufitana ,que enfineya fazer aoBoticarioJoaoGomes Silveyra , morador 20 49 .
Citable passage
Polyanthea Medicinal
João Curvo Semedo. Polyanthea Medicinal. 1741.
Citation
João Curvo Semedo. Polyanthea Medicinal. 1741. Page 706. Premodern Concordance passage passage-2c7979fa3ccab3222a03.